sexta-feira, 30 de maio de 2014

Mãe, para de falar e me escuta porra.

Mate-me! Agora mesmo, enforque-me nos teus dramas inúteis até que eu não sinta mais a tua voz acertando meus ouvidos.
Impeça-me de viver com esse seu ciumes infantil, vamos lá, critique novamente o meu amor pra que eu veja claramente o quanto tu me ama.

Enterre-me nos meus erros, vamos lá eu também sei jogar este maldito jogo, tente a sorte falando da garota que eu amo que não medirei mais minhas palavras, e tu sabe disso. Vamos lá mamãe, vamos apostar uma corrida pra ver quem consegue vencer neste jogo de palavras elegantes disfarçadas. Eu não tenho nada a perder, nem a ganhar, então por que continuar com isto? ....Eu não vejo muito sentido nisto, não é como se estas criticas fossem ajudar a eu te dar mais carinho... tu quer mais carinho meu? Bem foda-se, pois tu não terá.

Eu me mantenho no escuro para me proteger de minhas próprias mentiras. A chuva lá fora não parece tão gelada daqui de dentro... Mas eu lhe garanto que sim, eu tenho passado frio, e não estou reclamando disso, meu grande amigo John aprecia (e eu concordo, estou tendo o que mereço), ele é a maldita voz dentro da minha mente (que eu tanto me recuso a ouvir), ele é a razão mandante em meu coração (que eu me recuso a sentir), ele é meu inimigo (e meu melhor amigo).

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